quarta-feira, março 07, 2007

Uma Verdade Inconveniente

Um novo relatório, que será publicado no mês que vem, diz que os efeitos da mudança climática serão ainda mais graves do que os que as Nações Unidas tinham previsto. O diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, assegurou que “as conseqüências da mudança climática são mais sérias do que achávamos até agora”. Notícias como esta tornam cada vez mais necessária a tomada de consciência por parte dos habitantes do planeta Terra, se quiserem passar mais algum tempo por aqui e legar a seus filhos um mundo minimante habitável (já que todas as projeções apontam para uma situação crítica em, no máximo, 50 anos). E é aí que entram produções como o documentário premiado (Oscar de Melhor Documentário em 2007) do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, “Uma Verdade Inconveniente”.

Dirigido por Davis Guggenheim, o filme, que chegou às locadoras no mês passado, apresenta argumentos persuasivos de Gore, ilustrados com gráficos, tabelas e belas imagens de várias partes da Terra. Gore explica que já não se pode tratar o aquecimento global como um problema meramente político, mas sim como o maior desafio que se enfrentará neste século.

O filme é muito bem feito, recheado de dados científicos, mas sem ser técnico demais. A criatividade e o bom humor recheiam a produção e a qualidade retórica de Gore fica evidente. O filme apenas peca pelo excessivo personalismo, centrado que é na figura do político que quase se tornou presidente nas eleições do ano 2000 e que perdeu para o Bush que não quis assinar o Protocolo de Kioto.

No fim do filme, são dadas sugestões de atitudes individuais para combater o efeito estufa.

A verdade que o filme apresenta pode ser “inconveniente” para quem pensa em viver aqui para sempre. Mas quando lembramos que o aquecimento global traz a reboque problemas como a fome, epidemias e inundações, é impossível deixar de relacionar isso com outra verdade profetizada há muitos séculos, na Bíblia: a verdade da volta de Jesus. Mas a diferença, entre tantas, é que esta traz esperança.

Michelson Borges

4 comentários:

Anônimo disse...

Olá, pastor. Em primeiro lugar, quero parabeniza-lo pelo seu trabalho, o qual acompanho a algum tempo. Sou adventista há 13 anos e atualmente faço mestrado em Meteorologia. Gostaria de dizer q na questao de aquecimento global, a contribuição do homem é mínima. Há um grande esquema das potências do primeiro mundo contra os paises emergentes, para q estes diminuam a emissão dos gases, quando que eles mesmos nao diminuem. Querem q fiquemos dependentes economicamente do q eles produzem. A questao aqui nao se trata se o homem polui ou não a atmosfera. Particularmente, eu sou muito a favor da redução das emissões de gases, as quais compremetem a qualidade do ar. O q quero salientar é q o homem não é o responsável direto. Não há evidencia nos dados de q o homem polua de forma significativa a ponto de gerar um aquecimento de escala global. Para se ter idéia, os oceanos emitem dezenas de vezes + C02 do q o homem, a atmosfera é uma ótima diluidora e a concentração de gases não é uma curva linear. Aliás, são os oceanos os reguladores do clima, pois ocupam + do 70% da superficie. Lembrando q esta situação veio depois do grande dilúvio e comprometeu o equilíbrio climático do sistema. Como estudioso da Bíblia e meteorologista, tenho razões para crer q o próprio planeta é q está "morrendo" por causas naturais. É uma questão de entropia. O apóstolo Paulo, inspirado, diz q "a natureza sofre angústias até agora" (Rom. 8:22). As profecias q sugerem as catástrofes é resultado natural da decadencia do planeta por ocasião da entrada do pecado. O planeta Terra é um "ancião" q já está dando sinais da sua fadiga. Como qualquer outro 'corpo', ele tem seu tempo de vida, assim como as estrelas...
As imagens mostradas no filme apesar de estarrecedoras, não mostram nada novo do q ja aconteceu no passado, inclusive alguns desses fenomenos foram bem + intensos do q se vê hoje; só nao havia câmeras para registrar... A curva do CO2 é uma farsa: os dados usados são de 650 mil anos atras (por medidas indiretas)até hoje. Ridículo!
É preciso ter cuidado com essa manipulação da informação em massa. O público leigo já está todo envolvido. O q eu falo pode ser até impopular, mas pode ser verdade. Gostaria de salientar também q o fato de defender essa teoria, não implica de forma alguma q sou a favor da destruição do meio ambiente e q as emissões devem continuar. Devemos preservar o nosso planeta e fazer dele um lugar melhor a cada dia.

Anônimo disse...

O verdadeiro nome desse filme deveria ser: MENTIRA CONVENIENTE. Realmente existem tragedias ambientais, mas a questao e que eles ( A TURMA DA NOVA ORDEM MUNDIAL) aumentam umas e inventam outras. Nao devemos descartar tambem a possibilidade de que a tal maquina HAARP de mudancas climaticas exista e esta secretamente sendo utilizada para causar forcosamente tragedias ambientais para que se possa lancar o decreto dominical como "solucao" para elas.O comentario do irmao meteorologista tambem e muito correto.

"Apontarao para as calamidades em terra e mar- as tempestades, as inundacoes, os terremotos, a destruicao pelo fogo- como juizos indicadores do desprazer de Deus por nao ser santificado o domingo.
Ate mesmo da tribuna (pulpito) sagrada instarao com o povo para que guardem o primeiro dia da semana(O DOMINGO)." servico cristao, p. 155, de Ellen White. Jose Ricardo-Dobson- de Souza

Anônimo disse...

Pura propaganda para implantar um imposto global sobre o CO2. Como foi dito no 1º comentário, é tudo uma farsa para implantar o imposto sobre o co2 e lucrarem milhões. Vejam o filme: A farsa do aquecimento global.

"The great global warming swindle"

http://www.channel4.com/science/microsites/G/great_global_warming_swindle/

Evandro Costa de Oliveira disse...

Assisti fazem 2 semanas esse documentário/filme.

Mas, sinceramente, ele usou de teorias, dados e opiniões de cientistas que lhe fosse conveniente; pois a diversos modelos, dados e opiniões contraditários para com tais.

Além de fazer um pouco de sensacionalismo; como sendo esse ambientalismo "o maior problema atual da humanidade e que todos deveriam se focar".

Além do filme ser praticamente um marketing do Al Gore.